Correr depois dos 50: nem todo treino precisa ser uma batalha
Sabe aquele treino em que você começa devagar, vai encontrando seu ritmo e termina um pouco mais rápido, sem precisar dar tudo de si? Foi assim que corri hoje.
Correr depois dos 50 anos não significa aceitar passivamente uma redução de desempenho. Significa compreender que o corpo mudou e que, por isso, o treinamento também precisa mudar.
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Passar dos 50 anos não significa colocar a intensidade no banco de reservas. Significa, na verdade, aprender a usá-la com mais inteligência.
No universo da corrida, existe uma ideia equivocada de que um treino só vale a pena quando termina com sensação de esforço. Quanto mais rápido, melhor; quanto mais cansado, maior seria o benefício.
Depois dos 50, a gente começa a entender que correr bem não significa simplesmente sair correndo o mais rápido possível.
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