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Confiança

Crédito de imagem: o detalhe que vira processo

Quem fotografou detém o direito. Creditar o veículo não substitui creditar a pessoa.

Redação Lista de Publishers 5 min de leitura

Crédito de imagem: o detalhe que vira processo

Ação por uso indevido de imagem é, junto com a de direito de resposta, o

processo que mais tira dinheiro de veículo pequeno no Brasil. E é o mais

evitável de todos.

A regra, sem juridiquês

O direito sobre a foto é de quem apertou o botão, não de quem publicou nem

de quem aparece. Creditar "Divulgação/Prefeitura" quando a foto é de um

fotógrafo contratado não protege ninguém.

O crédito que funciona

Foto: Victor Ferreira | EC Vitória

Nome de quem fotografou, e a organização a que ele está vinculado. Junto da

imagem, legível, não escondido no rodapé da página.

De onde vem foto que pode ser usada

  • Produção própria. Sempre a melhor opção, e cria acervo.
  • Assessoria, com autorização escrita. "Divulgação" só vale se o release

autorizar, e é bom guardar o e-mail.

  • Banco com licença paga, respeitando o tipo de licença contratada.
  • Creative Commons, atentando à variante: CC BY exige crédito; CC BY-NC

proíbe uso comercial — e portal com publicidade é uso comercial.

  • Domínio público, verificando de fato o prazo.

O que não é permitido

Foto achada na busca de imagens. Print de rede social. Imagem de outro veículo,

mesmo creditando. Nenhuma dessas vira permitida por creditar depois.

No feed, o campo existe

Se você publica RSS, o media:credit carrega esse crédito. Quem republicar o

seu conteúdo recebe a informação junto — e crédito que viaja com a foto é o que

protege você e o fotógrafo lá na frente.

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fale@listadepublishers.com.br

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